Passei a manhã revisando meus extratos bancários e percebi algo incômodo: três assinaturas de serviços que raramente uso. Uma delas, um aplicativo de produtividade, está parada há dois meses sem que eu sequer abra. O som da notificação de débito automático já virou ruído de fundo, mas hoje ele me incomodou de verdade.
A questão não é o valor individual — são quantias pequenas. O problema é a falta de critério. Eu estava pagando por conveniência futura que nunca chegou. Decidi aplicar uma regra simples: se não usei nos últimos 30 dias e não tenho uma data específica planejada para usar, cancelo. Sem exceções, sem "talvez um dia".
Cancelei duas assinaturas imediatamente. A terceira, um curso online, mantive porque já bloqueei duas horas na agenda de sexta-feira para assistir ao módulo seguinte. Se não cumprir, cancelo também. Gastar sem intenção é doar dinheiro para empresas que não precisam dele mais do que eu.