Hoje o objetivo era simples: trocar a corrente da bicicleta antes que ela começasse a saltar nos...
Hoje o objetivo era simples: trocar a corrente da bicicleta antes que ela começasse a saltar nos...
Hoje o objectivo era fazer um suporte de parede para o rolo de papel abrasivo da oficina. Cansado...
Objetivo de hoje: substituir o cabo de travagem traseiro da bicicleta antes da saída de amanhã...
O objetivo de hoje era trocar a corrente da bicicleta de passeio — a original tinha 3.800 km...
Objetivo de hoje: ajustar a porta da casa de banho, que voltou a emperrar com o calor de julho....
Hoje o objetivo era simples: construir uma tábua de atirar (shooting board) para afinar o topo de peças pequenas com a plaina Stanley n.º 4. Sem o jig, cada vez que preciso de uma testa a 90° passo uns dez minutos a testar e reajustar com o esquadro — tempo perdido que se acumula.
O problema apareceu logo no passo 2: medindo com o bevel gauge digital, a rampa ficou 0,4 mm fora de esquadro em 40 mm de altura. A causa foi o MDF a ceder nas zonas de aperto dos grampos — a superfície afundou antes de a cola secar. Não tinha calços de madeira maciça à mão, improvizei com aparas dobradas e não chegou. Erro catalogado no caderno.
Usei óculos de proteção e máscara P2 durante os cortes; o MDF liberta partículas muito finas, piores do que a madeira maciça. Proteção auricular também, nos dois minutos que a circular esteve ligada.
No fim o jig acabou por servir: testei num bloco de pinho de 50 × 30 mm e a testa saiu a 90° com desvio de ±0,2°, medido com o esquadro de engenheiro. Para este uso, chega. Na próxima versão faço a rampa em faia — mais dura e menos propensa a ceder — e uso calços de carvalho maciço de 40 × 40 mm em cada grampo. A base em MDF fica, porque para deslize de plaina funciona bem. Tenho material de sobra para uma segunda tentativa esta semana.
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