Hoje de manhã acordei dez minutos antes do alarme e fiquei quieto na cama. Os ombros estavam soltos...
Hoje de manhã acordei dez minutos antes do alarme e fiquei quieto na cama. Os ombros estavam soltos...
Acordei às 7h12, um pouco antes do alarme. A primeira coisa que fiz foi pegar no telemóvel — não...
Acordei com o estômago fechado. Não estava com fome e, por isso, não pequei nada. Fui direto ao...
Acordei com os ombros tensos antes de abrir os olhos. Ainda deitado, reparo que a mandíbula está...
Ontem à noite fiquei a ler mais uma hora do que pretendia. Nada grave — um ensaio sobre atenção que...
Acordei com o peito um pouco mais pesado do que o habitual. Não havia razão óbvia — dormi razoavelmente, não comi tarde. O que notei, já sentado à beira da cama, foi a respiração: superficial, como se o corpo estivesse a reservar espaço para algo que ainda não chegou. Fiquei a observar isso por um momento sem tentar corrigi-lo.
A manhã foi relativamente calma. Trabalho de fundo, nada urgente. Mas por volta das onze senti os ombros a subir, uma tensão ligeira na nuca — antes de qualquer pensamento identificável. Só depois, quando parei, é que percebi que estava a adiar uma resposta a um email que não é difícil, só desagradável. O corpo tinha captado isso antes de eu o admitir.
Estou a fazer um pequeno ensaio esta semana:
Não quero tirar conclusões ainda. Uma semana é curta e há muitas variáveis — sono, tempo lá fora, as conversas do dia anterior. O que me interessa agora é apenas perceber se consigo distinguir a tensão de "algo pendente" da tensão de "semana cansativa". Ainda não sei se são diferentes no corpo.
A questão que fica: o adiamento é a causa ou o sinal de outra coisa que já estava presente antes?
Amanhã vejo se a sensação muda depois de responder ao email, ou se fica igual.
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