Acordei com o peito um pouco mais pesado do que o habitual. Não havia razão óbvia — dormi...
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Acordei com o peito um pouco mais pesado do que o habitual. Não havia razão óbvia — dormi...
Hoje de manhã acordei dez minutos antes do alarme e fiquei quieto na cama. Os ombros estavam soltos...
Acordei às 7h12, um pouco antes do alarme. A primeira coisa que fiz foi pegar no telemóvel — não...
Acordei com o estômago fechado. Não estava com fome e, por isso, não pequei nada. Fui direto ao...
Acordei com os ombros tensos antes de abrir os olhos. Ainda deitado, reparo que a mandíbula está...
Acordei com os ombros já contraídos. Antes de abrir os olhos, a sensação era de peso — não sono, não frio, mas algo mais perto de resistência. O pensamento que veio depois foi: hoje vai ser um dia difícil. Reparo nisso agora, já a meio da tarde: o pensamento chegou antes de qualquer dado real sobre o dia.
Na hora do almoço voltei a testar a hipótese que tenho vindo a observar há uns dias — se comer mais cedo, antes do meio-dia, altera o estado de concentração da tarde. Os parâmetros desta semana:
Hoje foi 3. Ontem também. Antes de começar o experimento era talvez 2, por vezes 1. Ainda não tiro conclusões — são cinco dias, e há demasiadas variáveis. Mas fico com a hipótese de que o momento da refeição pesa mais do que o que como.
A tarde foi longa no sentido de estirável — não chata, mas sem tensão útil. Houve um momento em que fechei o computador por doze minutos e fui à varanda. O estômago estava tenso, sem motivo que eu consiga nomear. Ficou menos tenso depois. Não sei se foram os doze minutos, o ar, ou simplesmente o tempo a passar. Por agora deixo em aberto.
Há uma crença que tenho notado nas últimas semanas: que o cansaço no fim do dia é proporcional ao trabalho feito. Quando estou cansado sem ter feito muito, fico com uma espécie de confusão interior, como se os dados não batessem certo. Talvez seja uma equação que aprendi cedo e que já não descreve a realidade. Ainda não decidi o que fazer com isso.
A questão que fica: o que é que o corpo reconhece como esforço que a mente ainda não aprendeu a contar?
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