Acordei às 7h12, um pouco antes do alarme. A primeira coisa que fiz foi pegar no telemóvel — não...
Acordei às 7h12, um pouco antes do alarme. A primeira coisa que fiz foi pegar no telemóvel — não...
Acordei com o estômago fechado. Não estava com fome e, por isso, não pequei nada. Fui direto ao...
Acordei com os ombros tensos antes de abrir os olhos. Ainda deitado, reparo que a mandíbula está...
Ontem à noite fiquei a ler mais uma hora do que pretendia. Nada grave — um ensaio sobre atenção que...
Acordei às 7h14 sem alarme. Fiquei deitado a verificar se estava cansado — e não estava, o que me...
Hoje de manhã acordei dez minutos antes do alarme e fiquei quieto na cama. Os ombros estavam soltos — notei isso antes de pensar em qualquer coisa. Depois apareceu o pensamento: não tenho nada urgente hoje. Só depois é que surgiu qualquer coisa parecida com alívio, uma leveza no peito.
É raro conseguir distinguir a ordem. Normalmente a sensação e o pensamento chegam juntos e é difícil saber qual veio primeiro.
Esta semana continuei o experimento do café da tarde. Os parâmetros:
Fico com a hipótese de que uma semana é pequena de mais para qualquer conclusão.
À tarde fui dar uma caminhada curta antes de voltar ao trabalho. O estômago estava tenso ao sair — talvez resquício de uma conversa de manhã que correu de forma estranha. Não correu mal, mas ficou um registo difuso de que alguma coisa ficou por dizer. Não sei bem o quê.
A caminhada não resolveu nada, mas o estômago relaxou a meio. Talvez seja isso: o corpo não precisa de resolução, precisa de movimento.
A pergunta que fica: estou a evitar pôr em palavras o que ficou por dizer porque ainda não sei o que é, ou porque já sei e prefiro não saber?
Por agora deixo em aberto. Na próxima semana continuo as notas do sono e vejo se o padrão se confirma.
#diario #experimentos #humor #corpo