Acordei com o peito um pouco mais pesado do que o habitual. Não havia razão óbvia — dormi...
Acordei com o peito um pouco mais pesado do que o habitual. Não havia razão óbvia — dormi...
Hoje de manhã acordei dez minutos antes do alarme e fiquei quieto na cama. Os ombros estavam soltos...
Acordei às 7h12, um pouco antes do alarme. A primeira coisa que fiz foi pegar no telemóvel — não...
Acordei com o estômago fechado. Não estava com fome e, por isso, não pequei nada. Fui direto ao...
Acordei com os ombros tensos antes de abrir os olhos. Ainda deitado, reparo que a mandíbula está...
Esta manhã acordei mais lento do que o habitual. Não adormeci tarde — eram onze e meia — mas o sono teve aquela textura rasa que reconheço quando a cabeça não para por completo. Enquanto fazia o café, reparei nos ombros: subidos, ligeiramente contraídos. A sensação no peito não era ansiedade. Era mais parecida com antecipação sem objeto.
Fiquei a tentar localizar o que mudou ontem à noite. Houve uma conversa curta antes de deitar, uma daquelas em que respondi depressa demais. Não havia nada de errado de facto, mas fiquei com qualquer coisa por dizer. Pensamento: deveria ter ficado mais uns minutos. Sensação física: um peso pequeno, algures perto do esterno. Não cheguei a escrever sobre isso na altura — fechei o telemóvel e deitei-me.
Tenho um ensaio a decorrer desde há oito dias. Os parâmetros:
A variável que não controlei foi essa conversa de ontem. Não sei se o efeito desta manhã vem do ecrã ou do que ficou por dizer. Fico com a hipótese de que ambos contribuem, mas não é possível separar ainda com esta amostra pequena.
A questão que fica: será que o corpo regista o que a conversa não terminou antes de a cabeça o reconhecer?
Não vou concluir nada esta semana. O que observarei a seguir: se a textura do sono muda quando a véspera termina sem nada suspenso. Por agora deixo em aberto.
#diario #pequenosexperimentos #sono #introspeccao