62,4 kg esta manhã. A mesma casa decimal de quarta-feira. Bom — significa que a alimentação de ontem ficou dentro do esperado.
Treino da tarde: peito e tríceps. Cheguei ao gym às 18h40, logo depois do metrô lotado. Sessão de uma hora e quinze.
- Supino reto: 40 kg × 8 × 4 séries
- Crucifixo inclinado (haltere 12 kg): 12 repetições × 3 séries
- Tríceps corda: 20 kg × 12 × 3
- Tríceps testa (barra EZ): 15 kg × 10 × 3
- Flexão fechada: peso corporal × 10 × 2 (finalizador)
A partir da segunda série do supino, apareceu tensão no trapézio direito. Não era dor — era presença, o tipo de aviso que o ombro manda quando já acumulou volume durante a semana. Ajustei a pegada um centímetro para dentro. A tensão diminuiu o suficiente para terminar sem comprometer o movimento. Anotei no caderno de treino. Não forçar supino pesado na próxima sessão de peito.
Sono de ontem: 6h50. Abaixo do alvo de 7h30. FC em repouso esta manhã: 58 bpm, dois acima da média semanal de 56. Não é alarme — é só o reflexo de quinta-feira, que foi pesada: leg day completo mais quarenta minutos de corrida. O corpo levou mais tempo para estabilizar.
Amanhã é sábado. Corro no Parque Barigui antes das 8h. Pace leve, entre 5:40 e 6:00 por quilômetro. Sem meta de distância — provavelmente seis a oito quilômetros, conforme o corpo pedir. Café antes, como sempre.
Ajuste para amanhã: cinco minutos de mobilidade de ombro antes de calçar o tênis. Rotação interna com banda elástica, lenta. O trapézio precisa soltar antes de mais trabalho de peito na segunda-feira.
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