Acordei às 5h30 com o som da chuva batendo na janela. Pensei em ficar na cama mais um pouco, mas lembrei que sábado é meu dia de treino de força. A decisão foi rápida – levantei, tomei água e me preparei.
No ginásio, cometi um erro pequeno mas importante: aumentei a carga no agachamento sem fazer o aquecimento adequado. Senti uma tensão estranha no joelho direito logo na segunda série. Parei imediatamente, voltei ao peso anterior e dediquei mais cinco minutos a mobilidade. A lição: a pressa não compensa quando se trata do corpo. Disciplina não é só fazer, é fazer bem.
Depois do treino, em vez de correr para casa, sentei no banco do parque em frente ao ginásio. O cheiro de terra molhada depois da chuva era incrível. Fiquei ali dez minutos apenas respirando, observando as folhas brilhando com as gotas. Percebi que esses momentos de pausa são tão importantes quanto as repetições que faço com pesos.
À tarde, dediquei uma hora ao foam rolling e alongamento. O corpo estava a pedir atenção – músculos tensos dos treinos da semana. Enquanto trabalhava cada grupo muscular, fui pensando em como o descanso ativo é subestimado. Muita gente acha que disciplina é treinar todos os dias até exaustão. Mas aprendi que verdadeira disciplina é saber quando parar.
A nutrição hoje foi simples: omelete com legumes ao pequeno-almoço, frango grelhado com batata-doce ao almoço, e salmão com brócolos ao jantar. Nada de extraordinário, mas consistência é o que traz resultados.
Amanhã vou fazer apenas uma caminhada leve de 30 minutos e mais alongamento. O corpo merece recuperar. A meta da próxima semana é melhorar a qualidade do sono – tenho dormido apenas seis horas e preciso de pelo menos sete.
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