Acordei às 5h30 hoje, e a primeira coisa que notei foi o som da chuva batendo na janela. Normalmente, isso seria motivo para voltar a dormir, mas percebi que estava usando o clima como desculpa. Coloquei meu tênis ainda meio molhado de ontem e fui correr mesmo assim. Os primeiros dez minutos foram horríveis — pernas pesadas, mente resistindo — mas depois de aquecer, algo mudou. A chuva fina no rosto era quase refrescante, e as ruas vazias tinham uma paz estranha.
Hoje meu treino foi assim:
- 30 minutos de corrida (ritmo moderado, focando em manter consistência)
- 3 séries de agachamentos e flexões
- 15 minutos de alongamento e mobilidade
- 5 minutos de respiração consciente
O que mais me marcou foi perceber que tenho negligenciado o alongamento. Meu ombro direito estava travado esta semana, e finalmente entendi que pular essa parte "chata" do treino só me atrasa depois. É engraçado como a gente sabe a teoria, mas precisa sentir a dor para realmente aprender.
À tarde, uma colega comentou: "Você nunca descansa, né?" A pergunta me incomodou. Será que estou confundindo disciplina com teimosia? Fiquei pensando nisso durante o almoço. Descanso não é preguiça. Na verdade, dormir bem, respeitar os dias de recuperação e ouvir o corpo são partes essenciais do progresso. Decidi que amanhã vou fazer apenas uma caminhada leve e trabalhar na flexibilidade.
Preparei uma refeição simples mas completa: peito de frango grelhado, batata doce assada e brócolis no vapor. Nada sofisticado, mas é isso que funciona. A disciplina não está em fazer coisas complicadas, está em repetir as coisas certas, mesmo quando não há novidade.
Amanhã o plano é começar o dia com aquela caminhada leve, focar em mobilidade e talvez experimentar uma nova rota no parque. Pequenos ajustes, grandes resultados.
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